Ventre do Sentir

⁠Não fiquei a colher a flor,
desnuda entrega de tua voz.
Adentrei-me, avesso ao passageiro.
Desejei-me morada em tua raiz.
Quis ser lamparina,
respiro brotado por entre tuas mãos,
no pulsar candente de tuas veias:
- Eis-me: Habitado pelo ventre do teu sentir.

*Imagem Pixabay Zt Oscar

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